Um menino de 11 anos foi ao seminário, distante e em outro estado, para se tornar padre. Longe de casa sentia profundas saudades de seus pais. Passado um mês, recebeu uma carta de seu pai. Com muita emoção leu a carta do pai. E, lendo aquelas palavras, parecia-lhe ouvir a voz do pai. Era como se estivesse ali presente, falando-lhe. Depois guardou a carta com carinho no meio dos cadernos. De vez em quando pegava a carta e a lia novamente. Parecia que, através da carta, ele conversava com seu pai. O menino sabia que ele não estava na carta. Mas ela manifestava a presença dele. Era um contato vivo que mantinha com seu pai distante. Uma comunicação real do pai para com o filho. E cada dia, quando a saudade batia, o menino tornava a ler a carta.
• DEUS, o mais maravilhoso e querido de todos os pais, legou também a nós, seus filhos amados, uma carta.
• Toda vez que eu quiser entrar em contato com Deus, é só ler a BÍBLIA, a bela carta de Deus.
Assim como uma carta desperta a amizade e reacende o amor, assim a BÍBLIA reaviva em nós a amizade para com Deus e reativa nosso amor para com o mais amoroso dos pais.
• Por nos amar, Deus nos deu a Bíblia.
• Por amarmos a Deus, nós lemos a Bíblia?
Que neste mês de setembro, dedicado à Palavra de Deus, possamos lê-la, meditá-la e vivê-la em nossa vida, sendo um testemunho vivo de tudo aquilo que Jesus fez e nos ensinou.
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