Diante de tantas turbulências, agitações e barulhos, urge a necessidade do recolher-se, do calar-se, do olhar para si, em vista de um encontro pessoal com o nosso eu, com a nossa interioridade, com o nosso verdadeiro eu. A tecnologia e a época em que vivemos não nos convida nenhum pouco a voltarmos para a nossa interioridade, para o nosso coração. Vivemos e somos consumidos pelo tempo. E tempo, sempre digo, é questão de prioridade. Se de fato queremos fazer tal coisa, sempre conseguiremos tempo para nos dedicarmos ao objetivo a ser traçado.
Sempre tive e tenho o hábito de, ao menos uma vez ao ano, recolher-me e fazer um retiro espiritual, oportunidade única para rever minha vida, projetos e atividades que tenho desenvolvido. Deveras, precisamos parar um pouco e nos questionarmos: Como tenho vivido minha vida? O que tem feito para atingir meus objetivos? Que perspectivas tenho para a minha vida e para o meu futuro? Perguntas estas que só serão respondidas a medida que vivenciarmos um deserto, quando poderemos confrontar-nos com a nossa realidade, com a nossa interioridade. Pensemos um pouco nisso ao longo desta semana que se inicia.
Sempre tive e tenho o hábito de, ao menos uma vez ao ano, recolher-me e fazer um retiro espiritual, oportunidade única para rever minha vida, projetos e atividades que tenho desenvolvido. Deveras, precisamos parar um pouco e nos questionarmos: Como tenho vivido minha vida? O que tem feito para atingir meus objetivos? Que perspectivas tenho para a minha vida e para o meu futuro? Perguntas estas que só serão respondidas a medida que vivenciarmos um deserto, quando poderemos confrontar-nos com a nossa realidade, com a nossa interioridade. Pensemos um pouco nisso ao longo desta semana que se inicia.
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