Já escrevi em outros artigos que o ser humano não é uma ilha. É um ser social, que vive e convive com as demais criaturas. Ele interage o tempo inteiro: com pessoas, com a natureza, com tudo o que existe e foi criado,e também com Deus, visto que o espírito é uma das dimensões presentes na vida humana.
Olhando ao nosso redor, hodiernamente falando, e não querendo aqui cometer uma falácia, mais especificamente uma generazalição apressada, percebe-se o quanto as relações humanas estão cada vez mais difíceis. Por exemplo: procura-se muitas vezes um 'amigo', tendo em vista somente interesses pessoais. Pura ilusão! É uma falsa amizade! Os nossos amigos contam-se nos dedos.
Também no âmbito familiar e de relacionamentos constata-se tal realizade. Casa-se hoje e separa-se amanhã. Não há uma preocupação e nem se pensa em construir e viver uma vida conjugal feliz e duradoura. Trai-se direto. Zygmunt Bauman, em seu livro "Amor líquido" aborda justamente tal questão, quando diz que "a modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma misteriosa fragilidade dos laços humanos, um amor líquido". Zygmunt Bauman investiga nesse livro de que forma as relações tornam-se cada vez mais 'flexíveis', gerando níveis de insegurança sempre maiores. A prioridade a relacionamentos em 'redes', as quais podem ser tecidas ou desmanchadas com igual facilidade - e freqüentemente sem que isso envolva nenhum contato além do virtual -, faz com que não saibamos mais manter laços a longo prazo. Mais que uma mera e triste constatação, esse livro é um alerta - não apenas as relações amorosas e os vínculos familiares são afetados, mas também a capacidade de tratar um estranho com humanidade é prejudicada.
Em nossa relação com a natureza e com o mundo percebemos também tantas maldades e agressões: poluição, desmatamentos, queimadas... O ser humano apenas quer tirar proveito, e não mede o mal que faz ao planeta em que ele vive. Não se dá conta que está se auto prejudicando.
Nossa relação com Deus parece por vezes não ser diferente. Fizemos mil e uma promessas: "Se Deus me conceder tal graça eu vou doar pirulitos e balas aos pobres" ou "Se Deus me curar de tal doença eu vou caminhar 25 quilômetros até o Santuário de Lourdes". Ou seja, nossa relação com Deus muitas vezes se torna uma relação de interesse, tendo em vista nossas necessidades e carências.
Permitamo-nos refletir no silêncio do nosso coração como estão as qualidades de nossas relações em todos estes segmentos que acabamos de ler. Boa reflexão!!!
Olhando ao nosso redor, hodiernamente falando, e não querendo aqui cometer uma falácia, mais especificamente uma generazalição apressada, percebe-se o quanto as relações humanas estão cada vez mais difíceis. Por exemplo: procura-se muitas vezes um 'amigo', tendo em vista somente interesses pessoais. Pura ilusão! É uma falsa amizade! Os nossos amigos contam-se nos dedos.
Também no âmbito familiar e de relacionamentos constata-se tal realizade. Casa-se hoje e separa-se amanhã. Não há uma preocupação e nem se pensa em construir e viver uma vida conjugal feliz e duradoura. Trai-se direto. Zygmunt Bauman, em seu livro "Amor líquido" aborda justamente tal questão, quando diz que "a modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma misteriosa fragilidade dos laços humanos, um amor líquido". Zygmunt Bauman investiga nesse livro de que forma as relações tornam-se cada vez mais 'flexíveis', gerando níveis de insegurança sempre maiores. A prioridade a relacionamentos em 'redes', as quais podem ser tecidas ou desmanchadas com igual facilidade - e freqüentemente sem que isso envolva nenhum contato além do virtual -, faz com que não saibamos mais manter laços a longo prazo. Mais que uma mera e triste constatação, esse livro é um alerta - não apenas as relações amorosas e os vínculos familiares são afetados, mas também a capacidade de tratar um estranho com humanidade é prejudicada.
Em nossa relação com a natureza e com o mundo percebemos também tantas maldades e agressões: poluição, desmatamentos, queimadas... O ser humano apenas quer tirar proveito, e não mede o mal que faz ao planeta em que ele vive. Não se dá conta que está se auto prejudicando.
Nossa relação com Deus parece por vezes não ser diferente. Fizemos mil e uma promessas: "Se Deus me conceder tal graça eu vou doar pirulitos e balas aos pobres" ou "Se Deus me curar de tal doença eu vou caminhar 25 quilômetros até o Santuário de Lourdes". Ou seja, nossa relação com Deus muitas vezes se torna uma relação de interesse, tendo em vista nossas necessidades e carências.
Permitamo-nos refletir no silêncio do nosso coração como estão as qualidades de nossas relações em todos estes segmentos que acabamos de ler. Boa reflexão!!!
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É, Digo! A coisa tá complicada mesmo! As pessoas não querem mais se envolver. E os apaixonados como eu - ou como nós? - ficam que nem cachorro sem dono! Hehe! Mas te confesso que tenho encontrado pessoas muito boas em meu caminho. Apesar da tendência do mundo, ainda existem seres humanos a fim de algo mais contínuo e "fora de moda". Hehe! Sempre é bom passar por aqui! Passe no Asterisco tb: www.asteriscorocknroll.blogspot.com! Bjssss!!!!