Reflexão do dia 28/09/2010: Declaração dos deveres do Escritor de Literatura Infanto-Juvenil
Chini, R. K.
Artigo 1: Nós, escritores de LIJ , escrevemos para crianças e jovens normais, e não para adultos pequenos.
Artigo 2: Nós, escritores de LIJ, não devemos minimizar o mundo para as crianças. Aliás, elas vivem no mesmo mundo que o nosso. Por isso não esconda a verdadeira realidade,e apresente-a tal como ela é.
Artigo 3: Nós, escritores de LIJ, não devemos ser tolos e achar que as crianças desconhecem os problemas do mundo, tais como o sofrimento, infelicidades, desgraças...
Artigo 4: Nós, escritores de LIJ, não devemos duvidar das capacidades infantis e juvenis. Devemos escrever com uma linguagem normal, sem diminutivos ridículos e frases prontas.
Artigo 5: Nós, escritores de LIJ, devemos ser realistas e não mostrar um mundo platônico, onde tudo é cor de rosa, belo e refulgente.
Artigo 6: Nós, escritores de LIJ, devemos ter consciência que as crianças não são manequins para serem sempre expostas, o alvo de todas as atenções.
Artigo 7: Nós, escritores de LIJ, não devemos minimizar o mundo, e mostrá-lo tal como ele é, naturalmente.
Artigo 8: Nós, escritores de LIJ, não nos damos conta. Chega de fábulas. Não precisamos explicar coisas para as crianças a partir dos animais (da zoologia). Elas são crianças e entendem como crianças.
Artigo 9: Nós, escritores de LIJ, devemos dar margem para que a criança leia e descubra o que está nas entrelinhas de uma história infanto-juvenil. Portanto, não sejam óbvios demais. Não menosprezem a capacidade intelectual das crianças e dos jovens.
Artigo 10: Nós escritores de LIJ, sabemos que o bem e o mal estão presentes nas crianças. Não existe criança totalmente e boa e criança totalmente má.
Artigo 11: Nós, escritores de LIJ, insistimos em escrever livros que contenham lições de moral e finais felizes. Os leitores não suportam mais isso.
Artigo 12: Nós, escritores de LIJ, não sejamos ridículos em querer obrigar as crianças a lerem desta maneira (sentadas) ou de outra (ou de pé). Deixe-a a vontade. Quem disse que tem um modo e uma postura correta para se ler.
Artigo 13: Nós, escritores de LIJ, temos que ser mais dinâmicos em nossos livros. Temos que nos adequar ao mundo infanto-juvenil, que é agitado, sempre em movimento, repleto de sonhos e cores.
Artigo 14: Nós, escritores de LIJ, não devemos obrigar nenhum leitor a ler um livro de cabo a rabo, do início ao fim, forçadamente. Respeite o gosto de cada criança.
Artigo 15: Nós, escritores de LIJ, não sejamos tolos em fantasiar o ensino da realidade sexual das crianças. Os órgãos genitais tem nomes. Portanto, seja realista e vá direto ao ponto.
Artigo 16: Nós, escritores de LIJ, não sejamos medrosos. As crianças amam livros de monstros e de terror. Elas gostam de ser sempre desafiadas.
Artigo 17: Nós, escritores de LIJ, devemos respeitar as diversidades e as preferências de cada leitor. Portanto, não sufoque a criança impondo apenas um tipo de leitura.
Artigo 18: Nós, escritores de LIJ, sejamos completos e perfeitos em nossas explicações quando somos questionados. E se não soubermos responder tais questões, sejamos humildes em reconhecer que não sabemos e que iremos pesquisar para darmos uma resposta satisfatória.
Artigo 19: Nós, escritores de LIJ, devemos respeitar o universo de cada criança, inclusive seus sentimentos e vivências.
Artigo 20: Nós, escritores de LIJ, não devemos sempre usar palavras coloquiais em nossos livros. As crianças também são inteligentes e querem acrescentar novas palavras ao seu vocabulário.
Artigo 2: Nós, escritores de LIJ, não devemos minimizar o mundo para as crianças. Aliás, elas vivem no mesmo mundo que o nosso. Por isso não esconda a verdadeira realidade,e apresente-a tal como ela é.
Artigo 3: Nós, escritores de LIJ, não devemos ser tolos e achar que as crianças desconhecem os problemas do mundo, tais como o sofrimento, infelicidades, desgraças...
Artigo 4: Nós, escritores de LIJ, não devemos duvidar das capacidades infantis e juvenis. Devemos escrever com uma linguagem normal, sem diminutivos ridículos e frases prontas.
Artigo 5: Nós, escritores de LIJ, devemos ser realistas e não mostrar um mundo platônico, onde tudo é cor de rosa, belo e refulgente.
Artigo 6: Nós, escritores de LIJ, devemos ter consciência que as crianças não são manequins para serem sempre expostas, o alvo de todas as atenções.
Artigo 7: Nós, escritores de LIJ, não devemos minimizar o mundo, e mostrá-lo tal como ele é, naturalmente.
Artigo 8: Nós, escritores de LIJ, não nos damos conta. Chega de fábulas. Não precisamos explicar coisas para as crianças a partir dos animais (da zoologia). Elas são crianças e entendem como crianças.
Artigo 9: Nós, escritores de LIJ, devemos dar margem para que a criança leia e descubra o que está nas entrelinhas de uma história infanto-juvenil. Portanto, não sejam óbvios demais. Não menosprezem a capacidade intelectual das crianças e dos jovens.
Artigo 10: Nós escritores de LIJ, sabemos que o bem e o mal estão presentes nas crianças. Não existe criança totalmente e boa e criança totalmente má.
Artigo 11: Nós, escritores de LIJ, insistimos em escrever livros que contenham lições de moral e finais felizes. Os leitores não suportam mais isso.
Artigo 12: Nós, escritores de LIJ, não sejamos ridículos em querer obrigar as crianças a lerem desta maneira (sentadas) ou de outra (ou de pé). Deixe-a a vontade. Quem disse que tem um modo e uma postura correta para se ler.
Artigo 13: Nós, escritores de LIJ, temos que ser mais dinâmicos em nossos livros. Temos que nos adequar ao mundo infanto-juvenil, que é agitado, sempre em movimento, repleto de sonhos e cores.
Artigo 14: Nós, escritores de LIJ, não devemos obrigar nenhum leitor a ler um livro de cabo a rabo, do início ao fim, forçadamente. Respeite o gosto de cada criança.
Artigo 15: Nós, escritores de LIJ, não sejamos tolos em fantasiar o ensino da realidade sexual das crianças. Os órgãos genitais tem nomes. Portanto, seja realista e vá direto ao ponto.
Artigo 16: Nós, escritores de LIJ, não sejamos medrosos. As crianças amam livros de monstros e de terror. Elas gostam de ser sempre desafiadas.
Artigo 17: Nós, escritores de LIJ, devemos respeitar as diversidades e as preferências de cada leitor. Portanto, não sufoque a criança impondo apenas um tipo de leitura.
Artigo 18: Nós, escritores de LIJ, sejamos completos e perfeitos em nossas explicações quando somos questionados. E se não soubermos responder tais questões, sejamos humildes em reconhecer que não sabemos e que iremos pesquisar para darmos uma resposta satisfatória.
Artigo 19: Nós, escritores de LIJ, devemos respeitar o universo de cada criança, inclusive seus sentimentos e vivências.
Artigo 20: Nós, escritores de LIJ, não devemos sempre usar palavras coloquiais em nossos livros. As crianças também são inteligentes e querem acrescentar novas palavras ao seu vocabulário.
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