Assim como sou fã do Fernando Pessoa, sou fã do Mário Quintana. Diziam seus amigos mais íntimos que ele era o poeta das coisas simples... E concordo com tal afirmação. Sua linguagem poética, tão simples e ao mesmo tempo tão profunda, revela e espelha nossa humanidade, nossa vida em seus variados aspectos, nosso dia a dia.
Aqui nesta reflexão quero trazer presente um de seus ricos poemas, ipsis literis:
"As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida".
E digo com todas as palavras o quanto este poema é verdadeiro. Já 'quebrei' tanto minha cara com relacionamentos. Isso porque apostei, me entreguei demais, deixei de ser eu mesmo, de fazer as coisas que gosto, tudo em função da pessoa amada. Por isso aprendi que, na vida e nos relacionamentos, devemos aprender a ser feliz sozinhos. Somos inteiros, completos. À medida que colocamos nossa felicidade e nossa realização na pessoa amada, quando a perdemos, perdemos o paradigma, a nossa base, o nosso chão. E por isso nos decepcionamos e nos entristecemos. Depois temos que recomeçar tudo de novo!
Que este poema do Mário Quintana nos ajude a refletir sobre a nossa vida, concernente aos relacionamentos humanos e nossa vida humano-afetiva.
Aqui nesta reflexão quero trazer presente um de seus ricos poemas, ipsis literis:
"As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida".
E digo com todas as palavras o quanto este poema é verdadeiro. Já 'quebrei' tanto minha cara com relacionamentos. Isso porque apostei, me entreguei demais, deixei de ser eu mesmo, de fazer as coisas que gosto, tudo em função da pessoa amada. Por isso aprendi que, na vida e nos relacionamentos, devemos aprender a ser feliz sozinhos. Somos inteiros, completos. À medida que colocamos nossa felicidade e nossa realização na pessoa amada, quando a perdemos, perdemos o paradigma, a nossa base, o nosso chão. E por isso nos decepcionamos e nos entristecemos. Depois temos que recomeçar tudo de novo!
Que este poema do Mário Quintana nos ajude a refletir sobre a nossa vida, concernente aos relacionamentos humanos e nossa vida humano-afetiva.
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