Para que haja um verdadeiro estudo, seja ele filosófico ou não, faz-se necessário muita leitura e muito diálogo. Quanto maior for minha leitura, em teor de quantidade, maior será o meu mundo, e conseqëntemente, maior será minha linguagem (Mallarmè). O diálogo é de extrema importância, pois ele nos leva à reflexão, à discussão, aos debates, à construção do conhecimento.
Vamos agora refletir um pouco sobre o diálogo e a leitura.
Diálogo: é discussão, é análise. Pode ser até polêmica, mas voltada sempre para a resposta que se busca, no respeito pelo outro. “Só pode haver diálogo quando a opinião do outro é uma verdadeira “tentação” para mim”.
O diálogo era já um grande arte entre o filósofos gregos. Sócrates... era mestre: para perguntas curtas, dava respostas exatas. A Filosofia não é uma tarefa para que alguém realize sozinho. Exige concentração, mas também o debate faz adiantar o pensamento: ver novos lados da questão, enfrentar dificuldades antes não previstas, fundamentar melhor os pensamentos (aportes teóricos)...
Leitura: os grandes momentos da Filosofia fixaram-se em obras escritas. Afinal, como vamos conhecer um autor? “O pior analfabeto é aquele que sabe ler e não lê”. Tal analfabetismo não é só um fenômeno individual, mas planetário, na atual sociedade consumista. Ler um livro todo já é uma façanha muito grande. A leitura é inevitável... não aquela de poucas páginas, sempre acompanhada pelo professor, diretivamente. A melhor leitura é aquela que me atrai, me puxa adiante, me envolve, me provoca, me desafia, me faz pensar... “Livros não mudam o mundo (books don’t change the world); quem muda o mundo são as pessoas (only people do); os livros só mudam as pessoas (books only change people).
Oxalá possamos sempre mais nos habituar ao diálogo e à leitura. Sem dúvida eles nos trazem grandes benefícios: construção do conhecimento,aprimoramento da nossa escrita, ampliação do nosso conhecimento de mundo, formação, informação...
Vamos agora refletir um pouco sobre o diálogo e a leitura.
Diálogo: é discussão, é análise. Pode ser até polêmica, mas voltada sempre para a resposta que se busca, no respeito pelo outro. “Só pode haver diálogo quando a opinião do outro é uma verdadeira “tentação” para mim”.
O diálogo era já um grande arte entre o filósofos gregos. Sócrates... era mestre: para perguntas curtas, dava respostas exatas. A Filosofia não é uma tarefa para que alguém realize sozinho. Exige concentração, mas também o debate faz adiantar o pensamento: ver novos lados da questão, enfrentar dificuldades antes não previstas, fundamentar melhor os pensamentos (aportes teóricos)...
Leitura: os grandes momentos da Filosofia fixaram-se em obras escritas. Afinal, como vamos conhecer um autor? “O pior analfabeto é aquele que sabe ler e não lê”. Tal analfabetismo não é só um fenômeno individual, mas planetário, na atual sociedade consumista. Ler um livro todo já é uma façanha muito grande. A leitura é inevitável... não aquela de poucas páginas, sempre acompanhada pelo professor, diretivamente. A melhor leitura é aquela que me atrai, me puxa adiante, me envolve, me provoca, me desafia, me faz pensar... “Livros não mudam o mundo (books don’t change the world); quem muda o mundo são as pessoas (only people do); os livros só mudam as pessoas (books only change people).
Oxalá possamos sempre mais nos habituar ao diálogo e à leitura. Sem dúvida eles nos trazem grandes benefícios: construção do conhecimento,aprimoramento da nossa escrita, ampliação do nosso conhecimento de mundo, formação, informação...
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