Como é bom viver, tendo a certeza no coração de que, nascidos à imagem e semelhança de Deus (Gn 1, 26), fomos planejados, criados, queridos, amados e esperados por Ele. Somos um projeto do amor de Deus, chamados à vivência do amor e da santidade.
Deus nos preparou desde o ventre materno (concepção) e colocou em nós o Seu Espírito. Presenteou-nos com uma graça muito especial: de sermos batizados, filhos e filhas muito amados de Deus. Enriqueceu-nos com seus dons e carismas, que, por sua vez, devem ser colocados a serviço de Deus através da nossa disponibilidade. E na medida em que vamos caminhando, descobrimos os nossos dons e a nossa vocação. Alguns descobrem mais cedo; outros mais tarde. Há outros que nem descobrem.
Um outro aspecto interessante do chamado de Jesus é que Ele não nos escolheu pelos nossos méritos e qualidades, mas por nossas fraquezas. Deus, melhor do que ninguém conhece nossas fragilidades, fraquezas e imperfeições. Mas é na nossa imperfeição que o Perfeito (Deus) se manifesta. Deus não nos escolheu porque somos os melhores, mas sim porque nos ama e porque quer que o sirvamos com o nosso jeito e modo de ser.
A Bíblia nos relata alguns personagens bíblicos marcantes que foram chamados por Deus. Também tinham suas fraquezas e limitações, a saber: Moisés era gago (Ex 6, 30) e matou um egípcio (Ex 2, 11-12); Davi matou Golias (1 Sm 17, 51); Oséias toma uma mulher prostituta e tem filhos com ela (Os 1, 2); Pedro negou a Jesus três vezes (Mt 26, 69-75); Paulo perseguiu a Igreja (At 8, 3; 9. 1, 2; 22, 4; 26. 10, 11), e assim por diante.
Esses e tantos outros personagens bíblicos, que foram chamados por Deus, nos mostram claramente que Deus, na sua infinita misericórdia, nos ama, nos acolhe e nos chama a uma missão (cf. Mc 3, 13). O importante é “acolhermos com generosidade a semente de vocação que Deus colocou em nosso coração”, aceitando a nossa vida e o que a Providência quiser por bem enviar-nos.
Que a graça de Deus e a força de seu Espírito nos encoraje a respondermos positivamente a chamada de Deus, nos ensine a doar a nossa vida e a pôr em prática os nossos dons e talentos, pois “a quem muito foi dado, muito será cobrado” (Lc 12, 48).
Deus nos preparou desde o ventre materno (concepção) e colocou em nós o Seu Espírito. Presenteou-nos com uma graça muito especial: de sermos batizados, filhos e filhas muito amados de Deus. Enriqueceu-nos com seus dons e carismas, que, por sua vez, devem ser colocados a serviço de Deus através da nossa disponibilidade. E na medida em que vamos caminhando, descobrimos os nossos dons e a nossa vocação. Alguns descobrem mais cedo; outros mais tarde. Há outros que nem descobrem.
Um outro aspecto interessante do chamado de Jesus é que Ele não nos escolheu pelos nossos méritos e qualidades, mas por nossas fraquezas. Deus, melhor do que ninguém conhece nossas fragilidades, fraquezas e imperfeições. Mas é na nossa imperfeição que o Perfeito (Deus) se manifesta. Deus não nos escolheu porque somos os melhores, mas sim porque nos ama e porque quer que o sirvamos com o nosso jeito e modo de ser.
A Bíblia nos relata alguns personagens bíblicos marcantes que foram chamados por Deus. Também tinham suas fraquezas e limitações, a saber: Moisés era gago (Ex 6, 30) e matou um egípcio (Ex 2, 11-12); Davi matou Golias (1 Sm 17, 51); Oséias toma uma mulher prostituta e tem filhos com ela (Os 1, 2); Pedro negou a Jesus três vezes (Mt 26, 69-75); Paulo perseguiu a Igreja (At 8, 3; 9. 1, 2; 22, 4; 26. 10, 11), e assim por diante.
Esses e tantos outros personagens bíblicos, que foram chamados por Deus, nos mostram claramente que Deus, na sua infinita misericórdia, nos ama, nos acolhe e nos chama a uma missão (cf. Mc 3, 13). O importante é “acolhermos com generosidade a semente de vocação que Deus colocou em nosso coração”, aceitando a nossa vida e o que a Providência quiser por bem enviar-nos.
Que a graça de Deus e a força de seu Espírito nos encoraje a respondermos positivamente a chamada de Deus, nos ensine a doar a nossa vida e a pôr em prática os nossos dons e talentos, pois “a quem muito foi dado, muito será cobrado” (Lc 12, 48).
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