A Campanha da Fraternidade de 2006, proposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vivida e assumida por muitos católicos, que teve como Lema “Fraternidade e pessoas com deficiência” nos fez pensar, refletir e lembrar de uma realidade muito presente em nosso país. Segundo as estatísticas, no Brasil temos 25 milhões de pessoas com deficiência. Pessoas que por vezes, são excluídas em diversos âmbitos da sociedade: encontram dificuldade para trabalhar, estudar, conviver... Muitas vezes sofrem humilhações, desprezo, preconceito e frieza de nossa parte. Mas entre nós não deve ser assim. De fato, “Jesus não veio para os sãos, mas veio para os doentes, para aqueles que precisam de médico”. “Ele veio para que todos tenham vida, e a tenham plenamente” (Jo 10, 10).
Alguns passos já foram dados. Por exemplo, é louvável saber que em nosso país temos uma lei que regulamente o curso de LIBRAS nas escolas. É a lei de número 4.857, que estabelece o seguinte termo: "O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente". Isso é um passo importante. Mas não basta. Não esperamos sempre pelos outros tomarem iniciativa. É também missão nossa dar condições para que pessoas com deficiência superem suas limitações, colocando seus dons e potencialidades a serviço de todos. Temos muito que aprender com os deficientes. Eles nos dão uma aula de sabedoria, mostrando-nos que a deficiência não os impede de darem a sua parcela e contribuição na sociedade.
Deixemo-nos questionar: O que já fiz e o que estou fazendo pela integração e inclusão dessas pessoas na sociedade? Precisamos tirar da nossa cabeça que o deficiente não tem nada para contribuir e oferecer à sociedade. Conheço pessoas deficientes que, desculpem a expressão, “colocam muitas pessoas que se dizem “normais” no bolso”.
Alguns passos já foram dados. Por exemplo, é louvável saber que em nosso país temos uma lei que regulamente o curso de LIBRAS nas escolas. É a lei de número 4.857, que estabelece o seguinte termo: "O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente". Isso é um passo importante. Mas não basta. Não esperamos sempre pelos outros tomarem iniciativa. É também missão nossa dar condições para que pessoas com deficiência superem suas limitações, colocando seus dons e potencialidades a serviço de todos. Temos muito que aprender com os deficientes. Eles nos dão uma aula de sabedoria, mostrando-nos que a deficiência não os impede de darem a sua parcela e contribuição na sociedade.
Deixemo-nos questionar: O que já fiz e o que estou fazendo pela integração e inclusão dessas pessoas na sociedade? Precisamos tirar da nossa cabeça que o deficiente não tem nada para contribuir e oferecer à sociedade. Conheço pessoas deficientes que, desculpem a expressão, “colocam muitas pessoas que se dizem “normais” no bolso”.
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