Na segunda-feira, sete de abril de 2008, noticiou Zero Hora: “Desta vez menino não é lançado pela janela, mas sufocado e esfaquiado, afirmou a Polícia Federal”. O inevitável aconteceu. Josias, filho único, de apenas sete anos, filho de Bruno Gracher e Mariângela Milius tinha um futuro brilhante pela frente. Ele tinha um diferencial: desde pequeno foi muito religioso e sua inteligência era de invejar qualquer um. Todos ficavam embasbacados quando ouviam Josias falar, de tanta sabedoria que ele tinha. Quanto à sua religiosidade, acompanhava sua avó Margarida diariamente nas missas e na recitação do terço na Matriz, logo após o término de sua aula, às 5:30h. Pois é, Josias não existe mais! Sua vida foi abreviada. Deixou muita saudade e, além disso, a família em prantos e indignada. Bruno e Mariângela estão desconsolados e clamam por justiça dia e noite, noite e dia. Os indícios estão sendo investigados e apurados o mais rápido possível.
Passados seis meses de investigação sobre a morte de Josias, Bruno encontra-se num barzinho com Firmina, que fora sua amiga e namorada na adolescência. Ambos se amavam tanto que permaneceram juntos oito anos, morando no mesmo teto. Firmina até grávida dele ficou, embora o filho não tenha sobrevivido à gestação. Foi uma espécie de amor à primeira vista. É uma pena que depois desses longos anos de vida conjugal a relação ficou desgastada, fria. Um foi se enjoando e se desgostando do outro. O amor foi se indo, se apagando, o que ocasionou a separação dos dois, cada um tomando novo rumo para a sua vida. Chegou o momento que Bruno tomou a iniciativa de dar um ponto final a esta questão.
Já fazia vinte e cinco anos que ambos não mais se falavam. Na verdade, Bruno sempre havia sido o amor antigo, a grande paixão de Firmina, embora ela tenha se casado forçadamente pelos pais com o rabino Jacob, que muito a influenciou, convertendo-a em judia ortodoxa. Firmina, ansiosa e ainda interessada em Bruno, queria saber sobre ele, o que já tinha feito na vida, se tinha se casado, se tinha filho e tal. Foi só ela perguntar sobre o filho que Bruno chora amargamente, lembrando mais uma vez do acontecido.
Para aliviar este momento de dor e de angústia de Bruno, ao lembrar a morte de seu filho, Firmina o convida para espairecer um pouco e esquecer aquele momento, convidando-o para viajar e se distrair um pouco no Rio de Janeiro. Sem hesitar, não pensou duas vezes e foi, dizendo à sua esposa Mariângela que ia viajar a serviço. Chegando no Rio não desperdiçaram tempo: visitaram o Corcovado, o Pão de Açúcar; curtiram as praias Leblon, Copacabana, Pepê, freqüentaram boates, barzinhos e lembrando o amor antigo, um desejando o outro, vão no motel e vivem uma noite de intenso prazer.
Na manhã seguinte, Firmina, perturbada e desesperada, querendo colocar ponto final nesta questão, tomou coragem ao dizer para Bruno que o objetivo real desta viagem seria a confissão do crime, quando revelou que havia mandado Silas, um mercenário, matar o seu filho e que havia feito isso porque tinha ciúmes de seu amor por Mariângela.
Inconformado e vingativo, Bruno mata Firmina asfixiada no motel e volta para sua casa, em Porto Alegre, certo de que a justiça foi feita com suas próprias mãos.
Passados seis meses de investigação sobre a morte de Josias, Bruno encontra-se num barzinho com Firmina, que fora sua amiga e namorada na adolescência. Ambos se amavam tanto que permaneceram juntos oito anos, morando no mesmo teto. Firmina até grávida dele ficou, embora o filho não tenha sobrevivido à gestação. Foi uma espécie de amor à primeira vista. É uma pena que depois desses longos anos de vida conjugal a relação ficou desgastada, fria. Um foi se enjoando e se desgostando do outro. O amor foi se indo, se apagando, o que ocasionou a separação dos dois, cada um tomando novo rumo para a sua vida. Chegou o momento que Bruno tomou a iniciativa de dar um ponto final a esta questão.
Já fazia vinte e cinco anos que ambos não mais se falavam. Na verdade, Bruno sempre havia sido o amor antigo, a grande paixão de Firmina, embora ela tenha se casado forçadamente pelos pais com o rabino Jacob, que muito a influenciou, convertendo-a em judia ortodoxa. Firmina, ansiosa e ainda interessada em Bruno, queria saber sobre ele, o que já tinha feito na vida, se tinha se casado, se tinha filho e tal. Foi só ela perguntar sobre o filho que Bruno chora amargamente, lembrando mais uma vez do acontecido.
Para aliviar este momento de dor e de angústia de Bruno, ao lembrar a morte de seu filho, Firmina o convida para espairecer um pouco e esquecer aquele momento, convidando-o para viajar e se distrair um pouco no Rio de Janeiro. Sem hesitar, não pensou duas vezes e foi, dizendo à sua esposa Mariângela que ia viajar a serviço. Chegando no Rio não desperdiçaram tempo: visitaram o Corcovado, o Pão de Açúcar; curtiram as praias Leblon, Copacabana, Pepê, freqüentaram boates, barzinhos e lembrando o amor antigo, um desejando o outro, vão no motel e vivem uma noite de intenso prazer.
Na manhã seguinte, Firmina, perturbada e desesperada, querendo colocar ponto final nesta questão, tomou coragem ao dizer para Bruno que o objetivo real desta viagem seria a confissão do crime, quando revelou que havia mandado Silas, um mercenário, matar o seu filho e que havia feito isso porque tinha ciúmes de seu amor por Mariângela.
Inconformado e vingativo, Bruno mata Firmina asfixiada no motel e volta para sua casa, em Porto Alegre, certo de que a justiça foi feita com suas próprias mãos.
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