A poesia me pega como roda dentada,
Atropela minha memória, dilacera minhas vísceras.
A poesia me pega feito Deusa esculturada,
Desassossega minha alma, elucida minhas mentiras.
Quando sinto a falta sua, na divisa dos meus dias,
Quando perco minha lucidez no azul de olhos doces.
Quando queimo incompleto, num calor de agonia,
A poesia me pega feito paixão e seus amores.
Quando penso que não queres, quando finges que dominas,
Quando perco minha calma entre abraços e fulgores,
Quando rolo entre seus dedos, seu cigarro em suas narinas,
É porque a poesia me pega, em meio a beijos arrasadores.
A poesia me pega assim, como rosa entrelaçada,
Quando lembro do perfume que invade e irradia.
A poesia me pega assim, feito flor que é amada,
Rega meu ser em devaneio, em completa harmonia.
Atropela minha memória, dilacera minhas vísceras.
A poesia me pega feito Deusa esculturada,
Desassossega minha alma, elucida minhas mentiras.
Quando sinto a falta sua, na divisa dos meus dias,
Quando perco minha lucidez no azul de olhos doces.
Quando queimo incompleto, num calor de agonia,
A poesia me pega feito paixão e seus amores.
Quando penso que não queres, quando finges que dominas,
Quando perco minha calma entre abraços e fulgores,
Quando rolo entre seus dedos, seu cigarro em suas narinas,
É porque a poesia me pega, em meio a beijos arrasadores.
A poesia me pega assim, como rosa entrelaçada,
Quando lembro do perfume que invade e irradia.
A poesia me pega assim, feito flor que é amada,
Rega meu ser em devaneio, em completa harmonia.
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